Filtro Eletrostático
MKC
ARTRONIC ME 30000 P1
30.000 m3/h, Cozinhas

 14.193,00 + IVA

Disponível por encomenda

(a imagem apresentada pode variar em função dos caudais; esta imagem pode não corresponder a este equipamento)

O MKC ARTRONIC ME 30.000 P1 é um sistema de filtragem eletrostático completo, aconselhado para condições exigentes de filtragem de ar, como a filtragem de fumos provenientes de cozinhas profissionais.

Uma única unidade inclui todos os estágios de filtragem e comando necessários. É constituído por um conjunto de pré-filtros de malha, filtros electroestáticos, filtro de carvão (manta), filtro G4.  Este modelo não dispõe de unidade de ventilação. (Temos disponível o modelo com ventilador incluído: ver modelo 30.000P1 ).

Pode ser facilmente acoplado a outros módulos da nossa gama. Para casos mais exigentes é possível associar um módulo de carvão (modelo MC) que filtra os poluentes gasosos do ar, ou um módulo de filtros finos (modelo MF7).

A substituição de um ventilador convencional de extração por uma unidade deste tipo torna uma instalação de exaustão e tratamento de fumos de cozinhas muito simples, garantindo uma eficiente filtragem do ar.

Este equipamento foi concebido com um acabamento próprio para ficar instalado à vista, de forma a possibilitar uma fácil limpeza.

Descrição

MKC ME 30.000 P1

  • Caudal máximo: 30.000m3/h
  • Dimensões: C595xA1680xL1970mm / (Dimensões Alternativas: C595xA2240xL1475 ou C595xA1300xL2370mm)
  • Peso: 480 kg
  • Fabricado de forma a acoplar-se facilmente aos restantes módulos da mesma gama;
  • Sistema de construção robusta, em aço de 1,5 mm; pintura epóxi-poliéster lacado;
  • Acesso fácil através de uma porta, com chave;
  • Interruptor de segurança, na abertura da porta;
  • Facilidade de instalação e de manutenção.
  • Gama Profissional disponível de 750m3/h a 40.000m3/h.

 

Inclui:

  1.  Filtros metálicos, construídos em chapa galvanizada, compostos por um aro com 2 redes de proteção em lâmina estirada e tecido filtrante composto por vários estratos de redes estiradas também em chapa galvanizada; Eficiência: Classe G2 segundo a norma EN779;
  2.  Filtro eletrostático composto por uma secção ionizadora e uma secção coletora (espessuras de 225mm no P1 e 275mm no P2);
  3.  Filtros de carvão ativado em manta impregnada em carvão, que absorvem cheiros e reduzem odores desagradáveis;
  4.  Filtros de superfície quebrada, com aro metálico, e manta filtrante de fibra sintética auto extinguível F1-DIN53438, em zig-zag. Eficiência: Classe G4 segundo a norma EN779;
  5.  Uma saída de ar depurado;
  6.  Um quadro de comando e acionamento de todo o sistema.

Informação adicional

Marca

MKC

Sistemas MKC

Filtro Eletrostático

Caudal de Ar (m3/h)

30000 m3/h

ME - Principio de Funcionamento

Um precipitador eletrostático, também conhecido como um filtro de ar eletrostático, é um equipamento de filtragem eficaz no controlo da poluição. O sistema de Filtragem Eletrostática captura os poluentes, retém as partículas e libera o ar limpo para a atmosfera.

Num sistema eletrostático, o processo de filtração das partículas ou poluentes do ar começa com o processo de ionização, no qual as partículas são carregadas eletricamente. De seguida, as placas dos coletores atraem as partículas carregadas, que são retidas e neutralizadas antes de serem liberadas para um tabuleiro de recolha. É, por isso, imprescindível implementar um rigoroso processo de limpeza sistemático, o que poderá ser minimizado em sistemas com manutenção automática, como o conhecido MKC SELAI.

Os sistemas de filtragem eletrostática são normalmente muito eficientes, sendo capazes de recolher a maior quantidade (cerca de 99,9%) das partículas presentes no ar. Mas há quatro fatores geralmente afetam a máxima eficiência de um precipitador eletrostático, que podemos resumir nos seguintes:

  1. o dimensionamento do precipitador eletrostático,
  2. a eficiência do mecanismo que recolhe as partículas dado um determinado volume de ar,
  3. a composição química das partículas a serem precipitadas e
  4. a tensão fornecida pelo sistema de alimentação para o campo elétrico.

Os equipamentos MKC são produzidos com base em muita investigação e ensaios em casos reais de aplicações complexas, ao longo de mais de 25 anos desde o lançamento do seu primeiro sistema.

Atenta a este facto, a MKC dispõe atualmente de quatro modelos diferentes para o mesmo caudal, que vão desde modelo base C, ao complexo modelo SELAI, passando pelos modelos profissionais P1 e P2. Nestes modelos variam as suas características em função dos objetivos de filtragem, nomeadamente as características da ionização (tensão fornecida ao sistema) e os coletores (responsável pela recolha das partículas e que é determinante para a eficácia do sistema).

Resumidamente,

  • O filtro eletrostático é um dispositivo captador de partículas baseado no princípio da precipitação eletrostática.
  • Só os filtros eletrostáticos e alguns filtros secos de desenho especial são capazes de separar partículas de tamanho inferior a 5 mícron. O limite de eficácia do filtro eletrostático cifra-se na ordem de 0,01 mícron.
  • Um filtro electroestático de 2 etapas compõe-se de 2 secções: a secção ionizadora (primeira etapa) e a secção coletora (ou segunda etapa).
  • A secção de carga ou ionizadora é composta por uma série de fios de tungsténio suspensos entre placas metálicas. Quando se aplica uma tensão contínua entre um fio e as placas equidistantes, estabelece-se um campo eletrostático não uniforme.
  • A intensidade do campo é muito alta nas proximidades do fio e decresce rapidamente com a distância entre as placas (elétrodos). Por efeito do campo os eletrões livres movem-se com aceleração crescente até ao fio (ânodo).
  • Os eletrões chocam com moléculas ou átomos do ar que se interpõem na sua trajetória, arrancando-lhes os eletrões. Estes eletrões libertados entram em colisão, por sua vez com outras moléculas, formando-se um grande número de iões positivos. Em volta do fio aparece um halo azulado que se conhece como efeito de corona.

ME - Requisitos de Instalação

  1. Deverá ser instalado, sempre que possível, a uma distância mínima da hotte;
  2. O equipamento deve-se instalar a uma distância do foco de emissão de calor de forma a permitir, que a temperatura dos gases a tratar seja inferior a 50ºC.
    • Deverá ser instalado tendo em consideração os espaços de serviço.
    • A conduta, na aspiração deverá ser ligada a toda a superfície da boca de aspiração, para que a entrada de ar nos filtros seja uniforme (ver figura). A distribuição do ar através da superfície do filtro deve ser uniforme, por isso, é imprescindível que o acoplamento das condutas ao filtro seja correto.
  1. É necessário que a ligação da conduta de aspiração ao equipamento se efetue mediante uma transformação, com inclinação dos lados inferior a 45º, para que o caudal se distribua uniformemente sobre toda a superfície filtrante.
  2. Deverá ter-se em atenção o dimensionamento da rede de condutas. Considerar como referência as dimensões mínimas (calculada para perdas de carga unitárias máximas de 0,15mm. c.a./ml) indicadas no Quadro I.
  3. O ar não deverá ser extraído para zonas muito próximas de vizinhos (janelas, portas de prédios, varandas muito próximas, etc.).
  4. A descarga de ar deverá ser sempre superior a 2,5 metros de altura. Caso contrário poderão, por falta de dispersão do ar de extração, aparecer odores; nesse caso, consultar para a eventual aplicação de outros componentes.
  5. Em extrações de carvão mineral, poderá ser necessário a aplicação de um módulo AQUA (filtro de via húmida) ou um SMOKI (eliminador de fuligem), para reduzir a temperatura do ar na entrada dos filtros electroestáticos e aumentar a eficácia da depuração;
  6. Na alimentação elétrica, é necessário fazer a ligação á terra e proteger o motor com um relé térmico (aferir a regulação); proteger toda a instalação elétrica com disjuntor diferencial.

RECOMENDAÇÕES

  1. Antes de colocar o aparelho em funcionamento, deverá retificar-se se as células eletrostáticas estão corretamente instaladas. Os contactos elétricos das células deverão coincidir com os do chassis;
  2. Se ao colocar o equipamento em funcionamento verificar que a luz de controlo não se acende, confirmar se não existem partículas estranhas no interior das células. Normalmente essas células não são facilmente visíveis, pelo que recomendamos que as retire para facilitar a sua eliminação;
  3. Ao iniciar o funcionamento do equipamento, é normal que se produzam pequenos estalidos no interior das células; significa que o aparelho está a destruir pequenas partículas que ainda possam estar entre as placas. Se, no entanto, persistir mais que 2 ou 3 minutos, retirar a célula e proceder à eliminação dessas partículas.

Nota sobre o dimensionamento

Para alcançar rendimentos da ordem dos 92%, a velocidade do ar no depurador não deve ser superior a 2,67 m/seg.

ME - Manutenção

Foram pensadas rotinas de manutenção fáceis e acessíveis para que possam ser efetuadas pelo utilizador. Isto é muito importante para que se garantam custos de manutenção reduzidos.

Torna-se indispensável assegurar uma manutenção adequada dos sistemas, de forma a garantir a sua eficácia. Foram pensadas rotinas de manutenção fáceis e acessíveis, para que possam ser efetuadas pelo utilizador. Isto é muito importante para que se garantam custos de manutenção reduzidos.

A Clima Portugal fabrica e distribui o CLEANTRONIC, um detergente líquido concentrado, que permite a lavagem com água após uma pulverização com a solução. O CLEANTRONIC pertence à família dos detergentes alcalinos e devido-do à sua inovadora mistura de tensioativos penetra e dissolve a sujidade com rapidez, sem esfregar. O CLEANTRONIC é utilizado diluído, numa solução de 1+9 para imersão ou de 1+4 para pulverização.

Consegue-se assim uma manutenção fácil, rápida e de baixo custo.

Os equipamentos MKC ARTRONIC são fabricados para funcionarem durante muitos anos. Depuradores desta gama, funcionam mais de 20 anos, sem necessidade de substituição de nenhum dos seus componentes, sendo apenas necessário assegurar uma correta manutenção, que deverá ser efetuada regularmente:

  • FILTROS DE MALHA: Lavam-se por imersão em detergente neutro;
  • FILTROS DE FIBRA: Uma vez saturados, devem ser substituídos; (estes filtros não são utilizados em cozinhas);
  • CÉLULAS ELECTROSTÁTICAS: É onde se produz a filtragem principal e onde se deve cuidar a limpeza, utilizando um detergente neutro apropriado (CLEANTRONIC), aplicado por pulverização ou por imersão. Deixar atuar cerca de 15 minutos e enxaguar abundantemente. Depois de completamente secos voltar a colocar no aparelho. Nunca introduzir elementos estranhos na célula (panos, escovas, etc).
  • FILTROS DE CARVÃO ACTIVADO: Devem ser substituídos quando se encontram saturados. Normalmente quando existem cheiros fora do normal, ou redução significativa do caudal de ar.

Manutenção

A manutenção consiste na limpeza periódica dos filtros e deve proceder-se do seguinte modo:

  1. Desligar o aparelho
  2. Abrir a porta
  3. Retirar os filtros
  4. Lavar o pré-filtro metálico com Cleantronic (na concentração recomendada pelo fabricante), enxaguar e deixar secar
  5. Aspirar o filtro sintético ondulado (caso exista no modulo), aproximadamente cada 40/50 horas de funcionamento (estes valores são apenas indicativos e variam consoante o tipo de contaminantes a que está exposto). Aconselha-se a substituição a cada 6/12 meses.
  6. Lavar a célula eletrostática e o ionizador com Cleantronic (na concentração recomendada pelo fabricante), enxaguar abundantemente e deixar secar bem. (ATENÇÃO: a colocação da célula eletrostática e do ionizador molhado ou húmido pode provocar curto circuito com avarias não cobertas pela Garantia)
  7. Substituir o filtro de carvão ativado (caso exista no módulo), quando o carvão ativado está saturado.
  8. Inserir todos os elementos no interior do módulo, respeitando a posição original de cada um deles, fechar a porta, ligar à corrente e carregar no interruptor-tor.

Se o módulo não funcionar, após comprovar que os filtros foram colocados corretamente, o interruptor geral e a corrente estão bem ligadas, consultar a tabela de Causas e Soluções.

Substituição do fio de Tungsténio

Os fios que se encontram na célula ionizadora, podem romper-se ou danificarem- se durante as operações de manutenção. Após a limpeza é necessário inspecionar atentamente o ionizador para assegurar que nenhum está rasgado ou fora de lugar.

Durante o funcionamento do depurador, um ou mais fios rasgados provocam curto-circuito, situação que desliga o piloto verde. Os fios rasgados devem ser substituídos imediatamente (o depurador pode funcionar temporariamente sem algum fio).

Se o aparelho não funciona, antes de chamar o serviço técnico, verificar:

  • Que está corretamente alimentado e, que a tensão chega ao aparelho;
  • Que a porta está fechada e que o interruptor de segurança no interior (porta) atua corretamente.

(Atenção: Se o interruptor não fica ligado ao fechar da porta, o aparelho não inicia o funcionamento)

Se a filtragem não é satisfatória assegurar-se que:

  1. Os filtros estão colocados nas guias correspondentes e em posição correta;
  2. A direção de fluxo de ar está correta;
  3. Os contactos das células eletrostáticas estão na posição correta;
  4. A luz verde do piloto verde está ligada de forma constante (e não intermitente);
  5. A célula eletrostática não está muito suja;
  6. A célula eletrostática não está húmida ou molhada provocando arcos eléctricos (após a lavagem);
  7. Os fios de tungsténio (no interior do ionizador) não estão rasgados;
  8. O fluxo de ar não é superior ao caudal máximo.

ME - Fumos, Resolver o Problema

Generalidades

Os tempos modernos caracterizam-se pelo crescente grau de exigência e de qualidade. A variedade de oferta possibilita ao consumidor, uma escolha com base nestes critérios e dita uma atitude consumista virada para o rigor na confecção dos alimentos.

Na área da restauração existe um problema antigo, cuja resolução se torna premente e inadiável. Falamos da exaustão dos fumos provenientes das cozinhas profissionais. No entanto, esta questão não está dissociada da localização dos restaurantes e das questões ambientais. É cada vez mais difícil instalar um restaurante em locais isolados ou já equipados com infraestruturas adequadas à exaustão dos fumos que produzem.

Por todas estas razões, há que ponderar e responder a estas questões de uma forma criteriosa e profissional através de meios eficazes e ajustados a cada caso concreto.

O problema

Os gases das exaustões das cozinhas profissionais são, normalmente, descarregados para níveis superiores à cobertura dos edifícios, de forma a assegurar a necessária diluição dos contaminantes presentes nesses gases: fumo, gor-duras e cheiros.

Temos agora de encarar duas realidades:

  1. por vezes a descarga desses gases não é feita corretamente de forma a não incomodar os vizinhos: a diluição dos contaminantes não é conseguida, e as partículas de gordura, depois de arrefecerem caem, prejudicando vizinhos, utentes da via pública, etc. A própria ação dos ventos faz com que os cheiros se espalhem.
  2. outras vezes, nem sequer é possível descarregar os gases por cima das coberturas. O que origina um problema grave que requer resolução.

 O que são os fumos das cozinhas?

Os gases provenientes das extrações das cozinhas profissionais poderão ser divididos em duas classes de contaminantes: os particulados (partículas que serão retidas nos módulos eletrostáticos) e os gasosos (partículas não filtradas pelo sistema eletrostático);

Os Particulados são constituídos por fumos (hidrocarbonetos) e pequenos resíduos de comida que não ficaram retidos nos filtros das hottes.

Todos estes contaminantes deverão ser filtrados antes de descarregados no ar, evitando uma crescente poluição atmosférica. Devem ser retidos por sistemas de filtragem eletrostática.

Os Gasosos são pequenas moléculas microscópicas, que poderão não ser filtra-dos e virem a estar na origem de alguns cheiros.

Todos estes contaminantes deverão ser filtrados, antes de descarregados no ar, evitando uma crescente poluição atmosférica.

 

Como resolver o problema?

Consideremos o seguinte:

  1. a absorção dos cheiros poderá ser feita por filtros de carvão ativado.
  2. a filtragem dos gases diretamente por filtros desse tipo, não é possível, porque, as gorduras extraídas (contaminantes particulados em forma de gordura) entopem os filtros em poucas horas; Pode-se dizer que em poucas horas haverá uma drástica redução de caudal no sistema de extração, prejudicando todo o sistema.

A filtragem dos gases diretamente por filtros de carvão ativado não é possível porque as gorduras extraídas entopem os filtros em poucas horas.

 

Que solução?

É necessário instalar um sistema completo que permita o tratamento adequado dos gases de exaustão e que previna diferentes estágios de tratamento (filtragem) do ar:

  1. uma pré-filtragem;
  2. uma filtragem eletrostática das partículas e
  3. a absorção de cheiros residuais, transportados por partículas não filtradas nos módulos eletrostáticos, através de filtros de carvão ativado.
  4. uma filtragem fina com dois estágios G4+F7.
  5. um ventilador de exaustão.

Que propostas?

Dispomos de 6 gamas compactas de módulos completos, para caudais de 750 a 40.000 m3/h, adaptadas às diferentes exigências dos sistemas:

MÓDULO DE FILTRO ELETROSTÁTICO

Gama Comercial

    • ARTRONIC C – Ionizador / Coletor compacto.

Gama Profissional

    • ARTRONIC P1 – Ionizador separado de um coletor com 225 mm.
    • ARTRONIC P2 – Ionizador separado de um coletor com 275 mm.

MÓDULO DE CARVÃO ACTIVADO

MÓDULO DE FILTRAGEM FINA (G4+F7)

MÓDULO ÁQUA

MÓDULO SELAI (Sistema Eletrostático com Lavagem Automática Integrada)

Entrega Equipamentos

O equipamento é entregue devidamente embalado, no interior de uma caixa de madeira. 

Em Portugal Continental

Está incluída a entrega do equipamento, na morada indicada pelo cliente, em cima de camião. O cliente deverá disponibilizar os meios adequados à recolha do equipamento.

Na Madeira e nos Açores

Está incluída a entrega do equipamento no transitário do cliente em Lisboa, em cima de camião. Deverão ser disponibilizados os meios adequados à recolha do equipamento.