Gerador de Ozono – Instalação e Comissionamento

 1.250,00 + IVA

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O Gerador de Ozono MKC K-OZ3 foi projetado e concebido exclusivamente para o tratamento dos gases provenientes dos processos de confeção das cozinhas profissionais mais comuns.

O Ozono é um gás que pode ser perigoso. A sua utilização deverá ser feita por profissionais e devidamente supervisionada.

Utilizar o produto para outros fins é considerado contrário ao seu uso pretendido. A CLIMA PORTUGAL não aceita qualquer responsabilidade por qualquer dano ou lesão resultante de tal uso.

A Instalação, Manutenção e Reparação do Gerador de Ozono MKC K-OZ3 é exclusivamente reservada a profissionais com formação adequada, treinados e qualificados, sob supervisão e responsabilidade de engenheiros qualificados. Este equipamento não deve ser manuseado por pessoal auxiliar, temporário e estagiários.

Descrição

Um Gerador de Ozono é um sistema de produção de Ozono e deverá prever os sistemas de segurança e procedimentos necessários para que o equipamento não possa ser utilizado fora das condições para que foi projetado. 

Trabalhos de Instalação

Iremos proceder à instalação do Gerador de Ozono MKC K-OZ3, cumprindo rigorosamente as normas técnicas e de segurança recomendadas pelo fabricante. O serviço será realizado da seguinte forma:

1. Escolha e Preparação do Local

  • O gerador será instalado na vertical, fixo a uma parede robusta, em local próximo à conduta de exaustão e de fácil acesso para futuras manutenções.
  • Garantimos que o aparelho ficará numa área livre de obstáculos, permitindo a circulação adequada do ar.

2. Fixação do Equipamento

  • A unidade será fixada com dois parafusos nos pontos superiores próprios para garantir estabilidade e segurança.

3. Preparação e Ligação à Conduta

  • Verificaremos que a conduta de exaustão é dedicada exclusivamente ao sistema a tratar, sem ligações a outros sistemas, e que a descarga do ar é feita diretamente para o exterior, em local seguro e afastado de zonas de passagem.
  • Procederemos à abertura de um orifício de 100 mm de diâmetro na lateral ou parte superior da conduta, o mais próximo possível da hotte e após a unidade de filtragem eletrostática (se existir).
  • Instalaremos um flange de PVC de 90 mm e faremos a ligação ao gerador com tubo PVC 90, garantindo o correto isolamento através de mástique resistente a altas temperaturas.
  • A ligação em PVC entre o gerador e a conduta não excederá os 3 metros, assegurando eficiência e segurança.

4. Sistema de Segurança

  • Serão instalados dois controladores de pressão negativa (pressostato), em série, na conduta de exaustão da hotte, devidamente ligado ao gerador para que a produção de ozono seja interrompida em caso de ausência de caudal.
  • O pressostato será ajustado para um valor de 40 Pa, nunca inferior a 30 Pa.

5. Ligação Elétrica, Programação e Teste

  • O gerador será ligado à corrente elétrica (220V-50Hz), utilizando um sistema de encravamento que garante o funcionamento apenas quando o ventilador de exaustão estiver ativo.
  • Após todas as ligações, com o ventilador em funcionamento, ativaremos o equipamento através do botão vermelho, assegurando o correto arranque e operação.
  • Programação horária de acordo com a operação (iniciar antes da hora das refeições e terminar imediatamente após esse horário. O ventilador de exaustão terá de estar ligado antes e manter-se a trabalhar após desligar o gerador, pelo menos 1 minuto)
  • Programação da carga de Ozono, em percentagem, conforme a necessidade calculada.

Ao final do serviço, será feita uma verificação global do sistema para garantir o perfeito funcionamento e o cumprimento de todas as normas de segurança e desempenho.

 

Comissionamento

O Processo de Comissionamento verifica a conformidade da instalação e utilização de um sistema de produção de Ozono.

Leia aqui o Processo: Processo de Comissionamento

Procedimento de Comissionamento – FASE 1

O Ozono é um gás que pode ser perigoso. A sua utilização deverá ser feita por profissionais e devidamente supervisionada.

Quando associada a sistemas, o Ozono tem obrigatoriamente de ser ligado à aspiração de ventiladores (lado de pressão negativa) de forma a eliminar a possibilidade de se produzir Ozono em locais não desejados.

Deve ser controlado o funcionamento do gerador de Ozono de forma a impedir o seu funcionamento não desejado.

A instalação de um sistema de produção de Ozono deverá prever os sistemas de segurança e procedimentos necessários para que o equipamento não possa ser utilizado fora das condições para que foi projetado. As proteções deverão ser redundantes.

Procedimento de Comissionamento – FASE 2

Esta é uma fase importante nos ensaios de funcionamento e validação.

Validada a Fase 1, em que se comprovou que tudo foi instalado e está a funcionar como previsto, nomeadamente,

  1. todos os sistemas de segurança estão operacionais;
  2. foi definida a responsabilidade no local pela supervisão e manutenção preventiva;
  3. foi dada a formação e treino adequado ao utilizador, nomeadamente na identificação dos riscos associados, na forma de utilização e supervisão (identificar alarmes ou situações anormais);

será necessário avaliar-se a ausência a ausência de concentrações de Ozono indesejáveis, nomeadamente,

  1. no percurso das condutas que transportam o Ozono,
  2. nas zonas exteriores que possam ser atingidas pelo ar de descarga.

No caso do Gerador de Ozono, MKC-OZ3, ser aplicado no tratamento de fumos de cozinhas profissionais, deverão ser verificados os seguintes pontos:

  1. medição da concentração de Ozono junto à hotte de exaustão;
  2. medição da concentração de Ozono nos locais onde passe a conduta de exaustão;
  3. medição da concentração de Ozono na descarga do ar para o exterior;
  4. medição da concentração de Ozono nos locais exteriores juntos à descarga de ar, onde possa haver ocupação humana, como
    • esplanadas, paragens de autocarro;
    • passeio público ou local ocasionalmente ocupado;
    • outros locais próximos que possam ser identificados como críticos;

A intervenção deverá ser documentada com fotografias relevantes que demonstrem o verificado.

Deverá ser elaborado um Relatório do Ensaio, com conclusões, incluindo se justificável, uma Proposta de Medidas de Melhoria do sistema.

Informação adicional

Engenharia e Serviços

Serviços

Validar Competências

Estamos numa época em que todos sabem fazer tudo!

Mas Saber fazer e Saber o que está a fazer não é a mesma coisa. Nas últimas décadas assistiu-se a uma evolução das carreiras profissionais que tem consequências diretas no desempenho das empresas, no emprego e na economia.

A formação intermédia e profissionalizante que existia em Portugal, ao longo dos últimos anos, foi quase abandonada. A formação dos anos 70 e 80 do século passado, com uma elevada componente prática, dava as bases essenciais para uma evolução técnico-profissional diversificada e competente. Era uma época em que os que sabiam gostavam de ensinar e todos se empenhavam em aprender.

Nas últimas décadas, a evolução das carreiras profissionais deixou de ser um mérito para ser um direito. A progressão profissional é muitas vezes uma “evolução obrigatória”, determinada pelo tempo de permanência na empresa – é uma inversão de valores que condiciona o desempenho das empresas e os interesses dos consumidores e da economia.

Hoje, uma época de modas, muitos empresários fazem o que está na moda. Mas será que estão efetivamente preparados para isso e têm o nível de conhecimentos adequado? É um detalhe que faz toda a diferença.

Hoje, trocou-se o conceito de prestação de um serviço competente, onde o conhecimento e experiência determinam o sucesso, por uma incessante procura de novas oportunidades a qualquer custo. Neste último caso, é o consumidor que paga.

O GRUPO CLIMAPORTUGAL oferece-lhe essa segurança – há mais de 25 anos desenvolve, produz, e implementa sistemas profissionais que oferece ao mercado devidamente validados, através de muita formação, investigação e experiência acumulada.

Defenda o Ivestimento

O custo de operação de qualquer Projeto nos primeiros anos representa valores muito elevados – há que considerar o investimento inicial total, o custo associado à exploração incluindo todos os custos com o pessoal (ordenados, encargos sociais, seguros, formação, etc.), entre muitos outros afetos à atividade . Há ainda que considerar eventuais custos, no caso das coisas não correrem bem, por falhas, insatisfação de Clientes, de trabalhadores e na inoperacionalidade dos sistemas (paragem do negócio).

Muitas vezes, uma diferença residual no custo da solução do Projeto, não tem impacto nos custos do investimento total, mas poderá ter enormes repercussões no desempenho do negócio – mau desempenho dos sistemas, falhas na produção, insatisfação de clientes e trabalhadores, entre muitos outros fatores.

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